Make your own free website on Tripod.com

MISTÉRIOS MARCORELIANOS

Mistério do MAGNETISMO

Home
Mistério da ASTROLOGIA
Mistério dos NÚMEROS
Mistério da MÚSICA
Mistério do HOLOGRAMA
Mistério do DNA
Mistério do TELETRANSPORTE
Mistério do FUTURO
Mistério dos UNIVERSOS PARALELOS
Mistério do SOL
Mistério do VÍCIO
Mistério da VIAGEM ASTRAL
Mistério da INTELIGÊNCIA
Mistério da ENERGIA
Mistério da MENTE
Mistério do SIGILO
Mistério da ÁGUA
Mistério da RELIGIÃO
Mistério das GLÂNDULAS
Mistério dos CHACRAS
Mistério da CABALA
Mistério dos ANJOS
Mistério dos EXTRATERRESTRES
Mistério da SUPERSTIÇÃO
Mistério do MAGNETISMO
Mistério das ONDAS ELETROMAGNÉTICAS
Mistério da PINEAL
Mistério da REZA
OPINE AQUI SOBRE ESTA PÁGINA

Poucas pessoas têm exata noção do que seja o magnetismo em suas vidas e ao seu derredor. Para a maioria, esta palavra tem a ver somente com os imãs, nada mais. Mas, elas não sabem que é muito mais do que isso. Ignoram que o magnetismo está nelas próprias e pode ser usado para o seu benefício. Contudo, é provável que, ultimamente, muitos têm ouvido falar da propalada “Lei da Atração”, que nada mais é que o poder que temos em atrair coisas boas ou más, dependendo de nossos princípios para com a vida. Portanto, por intermédio de nosso magnetismo podemos influir em nosso estado emocional e até mesmo num ambiente e transmutá-lo em local aprazível aos nossos sentimentos. Em outro artigo comentei sobre o “spectrum magnético”, que é uma espécie de campo de força captado principalmente pelos que possuem uma sensibilidade mais aguçada (os chamados “sensitivos”, “médiuns” ou “videntes”). Até mesmo certos animais possuem tal habilidade. Em outras palavras, são aqueles que sentem ou pressentem fatos imperceptíveis aos olhos e ouvidos comuns.

 

Como se não bastasse, o magnetismo presente no ser humano é um veículo de cura também. À capacidade de emissão de energia através das mãos dá-se o nome de “mesmerismo”, terminologia esta, cunhada por causa do Dr. Mesmer, um médico austríaco que descobriu ser dotado de um poder curativo sem precedentes, ou seja, o poder magnético gerado pelo seu corpo. No século 18, quando viveu, ele começou a observar um padre jesuíta que curava as pessoas com a utilização de imãs. Mesmer ficou curioso e procurou saber como metais magnetizados poderiam curar. Ao saber do interesse do médico, o religioso, conhecido como “padre curandeiro”, lhe deu alguns imãs mostrando que bastava colocá-los nos pacientes para que estes fossem curados. Foi o que Mesmer fez. Todavia, com o tempo, ele verificou que não eram propriamente os imãs que curavam, mas suas mãos que emitiam energia. Provavelmente, os imãs de certo modo “atiçaram” esse magnetismo. E passou a curar com as próprias mãos. Estava oficializado o mesmerismo. E vou mais longe: quem sabe a sorte ou proteção que pretensamente têm os amuletos e outros objetos sacros não seriam provocadas por nós mesmos que, com nosso magnetismo os imantaríamos consciente ou inconscientemente?

 

Assim, todos nós deveríamos conhecer melhor esta força impressionante que temos dentro de nós. O segredo seria descobrir a técnica apropriada de como utilizá-la adequadamente. Existem muitas maneiras para a aquisição desta energia que uns denominam de “kundalini”. Independente da filosofia, é certo de que o relaxamento e a meditação profunda seriam, pré-requisitos para obtê-la. Yoga, Reiki, Do-In, Rosacruz, Xamanismo, Espiritismo, dentre outras práticas, seriam os meios que melhor ensinariam para empregar o magnetismo corretamente. Este seria então canalizado via chacras, gânglios e outras glândulas (como a pineal, por exemplo).

 

O que se pode depreender é que durante o processo de transmissão de energia, além do receptor bem como o próprio transmissor seriam beneficiados. Uma autêntica “retroalimentação magnética”, eu diria. O procedimento acontece quando colocamos nossas mãos - em posição de concha - sobre a região afetada da pessoa a ser tratada (ou, se for o caso, em cima de um objeto qualquer que desejamos “imantar”). Depois, devemos prender a respiração e imaginar a energia fluindo de nossas mãos em direção ao foco. Nesse momento, uma potente energia vital é liberada. O resto, a natureza conduz. Presumo que os elétrons “enriquecidos” ficariam preparados para cumprir o objetivo determinado pela sua vontade e alteraria o “status quo” do ambiente, da pessoa ou do objeto focado. É assim que deve funcionar a força do pensamento, por exemplo.

 

Aqui vem um questionamento crucial: Se temos tanto poder inato, por que essa energia fica “aprisionada” dentro de nós e não é liberada mesmo sem a nossa vontade como acontece num processo fisiológico (ex: quando suamos)? Dependerá do estado emocional ou mesmo do grau evolutivo da pessoa? Se assim for, deduz-se que o negativismo criaria uma espécie de barreira, impedindo a liberação do magnetismo. É por essas e outras que temos de estudar a fundo o assunto, pois ao nos inteirarmos sobre nossa situação em termos de energia, por certo, estaremos ajudando a impulsionar nosso progresso pessoal. Saber o porquê disso tudo é preponderante, porque desse jeito descobriremos a razão de sermos tão susceptíveis às doenças do corpo e da mente.  

 

Além do mais, estudando o magnetismo poderemos obter respostas mais convincentes sobre teorias ainda não comprovadas empiricamente pela ciência (pelo menos, em termos oficiais), tais como,  viagem no tempo, na dimensões ulteriores, bilocação, visão remota, telepatia e telecinese. No caso da viagem no tempo, já existe uma teoria muito interessante que é conhecida como “Efeito Cashimir”: se colocarmos dois imãs (ou placas magnéticas) um em frente ao outro, iremos imediatamente gerar uma espécie de “buraco negro” entre eles, ou seja, um autêntico sugadouro que será denominado de “nada absoluto”. É nesse fantástico “vazio absoluto” que vai aparecer um caminho que os cientistas chamam de “buraco de minhoca” (“wormhole”), por onde adentraremos para atingir outros universos, outras dimensões ou outros tempos. Tudo ainda teórico, claro, mas plausível como nunca, desde que consigam inventar uma forma de serem gerados portais maiores (e não nanométricos (em termos quânticos) para que o ser humano possa ultrapassá-lo. Outros obstáculos, obviamente, terão que ser sanados, tais como a resistência humana para resistir ao impacto da mudança tridimensional para “polidimensional” ou coisa que o valha. Acho que essa possibilidade deve estar dando arrepios nos cientistas ortodoxos que insistem em contestar a Física Quântica e suas inúmeras variantes. 

 

Finalmente, quando o homem descobrir os segredos do magnetismo, certamente, conseguirá derrubar muitos tabus e muitos mitos. Não somente teremos capacidade de nos curar bem como àqueles que necessitam (infelizmente, nem todos vão descobrir essa verdade), mas poderemos expandir nossos conhecimentos com relação a temas que ainda são mistérios para a humanidade.  

 

O caminho será árduo, pois religiosos e fanáticos tradicionalistas, em geral, vão tentar impedir a todo custo que seus conceitos caiam por terra. Mas, se não obtiverem sucesso, tenho certeza plena de que a partir de então o planeta passará, afinal, para o almejado estágio da “Nova Era da Raça Humana”.

 

  

CRÔNICAS MARCORELIANAS