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MISTÉRIOS MARCORELIANOS
Mistérios do Tempo e do Espaço

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REGRESSO QUÂNTICO... OU ONÍRICO???

No último domingo à noite, 8 de dezembro de 2002, eu estava muito cansado. Mas, era um cansaço sadio - se é que posso chamar assim - porque era uma fadiga originária de um dia de muita farra na nova casa da família, no Canto das Águas, condomínio perto de Rio Acima, a uns 30 quilômetros de Belo Horizonte. Assim, por volta de meia-noite e meia, resolvi "arriar bandeira" e fui deitar.

Em pouco tempo, fugindo às minhas características habituais - pois logo após deitar na cama, sempre fico pensando, imaginando ou criando alguma coisa para o dia seguinte. Coisa de maluco, mesmo... Nessa hora, porém, nem deu tempo para ficar remoendo a mente, pois adormeci em pouco tempo...

De repente, levei um susto! Olhei para cima e vi o céu estrelado. A lua era quarto crescente e, mesmo com pouca luz, iluminava o firmamento com imponência. Senti um cheiro de lenha queimada, misturado com umidade. Aquele aroma típico de cidade do interior...

Baixei a cabeça e olhei para o chão: era de paralelepípedo.
"Certamente, devo estar fora de Belo Horizonte...", pensei com alguma convicção, mas titubeante.
Olhei à frente e vi que estava numa rua deserta. Comecei a compreender o momento...
"Uai, eu estava deitado na minha cama agorinha mesmo... Como posso estar aqui de uma hora para outra?", pensei novamente, mas, dessa vez, com a dúvida aumentando de intensidade...

Franzi a testa, fechei os olhos um pouco, como que forçasse a visão para enxergar melhor (mania de míope), vi como eram as casas e levei um novo susto...
"Puxa vida, estou na rua Monsenhor João Ivo, em Formiga! A minha velha e saudosa rua! Lugar onde morei durantes os doze anos mais significativos da minha vida inteira!"

Quando finalmente atinei para aquela estranha, porém palpável realidade, passei a reparar os detalhes. Sentia que não podia perder aquela oportunidade!
"Agora não me importa como vim parar aqui repentinamente. Vou notar cada detalhe, porque depois preciso anotar tudo...", resmunguei baixinho, ao mesmo tempo, olhando para os lados para me certificar que não tinha ninguém por perto, para depois não me taxarem de doido, por estar falando sozinho. Então, passei a observar tudo...

Olhei ao derredor. Estava justamente na esquina da rua Monsenhor João Ivo com a rua Silviano Brandão, bem em frente à sorveteria, local onde sempre parava, seja a pé ou de bicicleta, para degustar os saborosos sorvetes ou picolés de creme que ali vendiam.

Comecei a andar pelo passeio, em direção à minha velha casa que, infelizmente, eu sabia não estar mais no mesmo lugar, pois criminosamente haviam construído uma repartição pública em seu lugar. Ainda assim, resolvi ir até lá para, pelo menos a fim de "sentir o clima do local" e rememorar os bons tempos que nunca mais teria de volta...
Nem tanto...

Enquanto andava, passei a mão na parede para sentir a sua textura em alto relevo. Era uma maneira de certificar-me de que aquilo era real. Notei que meus dedos ficaram sujos por causa do pó que a parede soltava. Olhei para a minha esquerda e vi a casa do Dr. Gilberto Guerzoni, que era um dos médicos da família. Ao seu lado, estava a casa do Hamilton Molinari, meu colega de sala. Quantas vezes fui brincar na casa dele! Quantas vezes subia com minha bicicleta no passeio para ficar mais perto da janela, a fim de chamá-lo para darmos uma volta de bicicleta!

Virei o rosto novamente adiante e firmei meu passo, rumo ao local da ex-casa, onde morara..
Agora, em estava bem em frente à casa da Jussara, amiga da Kakaya, minha irmã. Era a casa mais moderna da rua. Do outro lado, estava a casa, em estilo muito antigo, da querida D. Sílvia, mãe da D. Agda. Quantas vezes ali entrei para degustar os doces de manga, de laranja, dentre outros, que aquela senhora simpática me oferecia em troca de um bom papo!
Continuei andando...
Já estava em frente à cada da Odetina, irmã da Íris, outra amiga da minha mencionada irmã. A casa era mais antiga e muito simples. Tinha duas janelas circundadas por uma pintura grená, ou vinho.

Enquanto andava e reparava as casas, olhava também para trás, para ver se algum conhecido aparecia., mas como era noite - parecendo ser de madrugada - tudo estava muito tranqüilo. Na verdade, sem estava preocupado com as horas, tamanha a minha curiosidade por estar vivendo aquele momento surpreendente.

Continuei no meu passo, firme e acelerado, como de costume, reparando cada centímetro que transpunha. Olhei à minha direita. Eis a casa do Poli, meu vizinho e amigo de infância. Quantas brincadeiras de "faroeste", brincamos no quintal daquela casa imensa! Quantas mangas eu "gatunei" à revelia de sua mãe, D. Bia, que às vezes me pegava em flagrante e gritava para eu sair logo do telhado da minha casa! Nessa hora, a mamãe ouvia tudo e também gritava para eu descer, senão caía!
A ansiedade aumentava...estava me aproximando de minha querida casa, ou melhor, do lugar onde ela existira.

Parei. Olhei à esquerda e vi a casa do José Augusto, sobrinho do Alexandre, o mencionado Poli e, ao seu lado, a casa da D.Pequenina, ambas no mesmo estilo colonial da casa da D. Sílvia...
Casa da D. Sílvia? Mas a casa dela fora demolida antes que nós mudássemos para BH!
Como continuava no estilo antigo ainda? Esse pensamento curioso passou rapidamente em minha cabeça, mas logo me esqueci desse questionamento e me lembrei dos "rachas", "queimadas" e voley que jogávamos ali no meio da rua, entre a minha casa e a dela, D. Pequenina. Quantas bolas caíram naquela janela! Quantas bolas a dita senhora não nos devolveu! Bola que entrava dentro daquela janela era tido como perdida e a brincadeira tinha que acabar. O pior era o medo da D. Pequenina, ou mesmo D. Enaura, sua sobrinha, que também morava lá, de contar para o papai. A espinafração dele acontecia depois... Intramuros!

Respirei fundo. Estava quase em frente ao local, onde um dia ficara a casa de número 100, da rua Monsenhor João Ivo, o paraíso onde vivemos felizes de 1960 até início de 1973! Antes, ainda dei uma vista d'olhos na casa ao lado da D. Pequenina. Era a casa do "seu" Manoel (ou Manelito, como ele próprio gostava de ser chamado). Outro grande amigo! Era um senhor de seus 50 e tantos anos que me contava "causos" e mais "causos" (quem sabe, herdei dele esta qualidade?). Sem contar, com as vezes que ele me pedia para comprar cigarros na padaria mais próxima. Era o meu momento de nojo, pois tinha que pegar nas notas úmidas de dinheiro que ele me dava, já que ao contá-las, ele cuspia nos dedos para fazê-lo. O melhor de tudo, era mais tarde poder degustar os quitutes que a sua esposa, D. Júlia, fazia. O estômago da meninada da vizinhança agradecia penhoradamente!

Tenso, apesar de nostálgico, virei o pescoço para a direita...
O que é isso? A Vemaguete na garagem?
"Mas, aqui não se tornou uma repartição da Secretaria da Fazenda?!" O que a nossa velha Vemaguete branca está fazendo aqui?", pensei com os olhos arregalados.
Engoli em seco. Um frio correu-me na espinha. Minhas pernas bambearam.
Como podia ser?
Estiquei o pescoço e, vagarosamente, olhei para cima.
"O que? Onde está a repartição??? Mas esta é a nossa casa. Incólume! Tal como era! Terá sido reconstruída ou reconstituída aqui mesmo de novo?", falei já com a voz mais alta, tomada por uma emoção incontida.
Meu coração estava a mil naquele momento! Ainda posso reviver tal sensação!
Vi um reflexo de luz...
Havia uma varandinha logo acima da garagem onde o carro estava, estacionado de frente, ou seja, com o porta-malas voltado para a rua.

Depois, nova emoção tomou conta de mim.
"Como? A luz está acesa! Ali era o escritório do papai! Ou é ainda?!"
Tantos questionamentos já estavam me atordoando...
"Tlec-Tlec-Tlec"...
"Que barulho é este? Nova engolida profunda e carregada de nervosismo..."
Era o barulho da máquina de escrever!!!
"Meu Deus! Será que é o meu e saudoso pai datilografando uma sentença, durante o despacho de um processo judicial?!"

Era muita emoção para uma pessoa só!
Meu pensamento voltou ao passado (ou já estaria nele?...) e me lembrei do velho batendo a máquina durante boa parte da madrugada. Geralmente, todos íamos para a cama por volta de 9 da noite. De vez em quando, eu conseguia um "alvará" e ficava assistindo televisão até tarde ao som da máquina de datilografia que raramente parava durante a noite.

A rotina do papa era árdua: trabalhava a tarde inteira; chegava em casa, jantava, dava um ligeira descansada e em torno de 10 ou 11, ia para seu escritório a fim de trabalhar até tarde da noite. No dia seguinte, acordava cedinho, antes de nós, para dar aula na Escola Normal. Vida de sacrifício de um respeitado Juiz de Direito e professor de várias matérias (Francês, Português, Geografia, etc.).
Quanta saudade do velho, pensei, enquanto ouvia o barulho das teclas batendo sem parar!
Por incrível que pareça, perdi a coragem naquele momento. A emoção fraquejara-me. Não sabia se enfrentava aquela realidade e veria se era mesmo o papai que estava no escritório batendo a máquina, ou se ia embora. Não. Teria que enfrentar. O jeito era tentar entrar na casa e certificar com meus próprios olhos.

Andei mais um pouco e cheguei até o portão, que estava fechado. Ainda pude ver as pequenas grades com suas pontas que já nos machucaram tantas vezes... Relutei em abrí-lo. Poderia fazer aquele seu típico rangido que poderia acordar o pessoal de dentro da casa, ou chamar a atenção de "quem datilografava"... Mesmo sob tensão, pude reparar mais detalhes: a escada vermelha, que dava para o alpendre, tinha uma lasca num de seus ladrilhos, ou seja, este estava quebrado. "Observação interessante esta, pois no meu tempo, esta lasca existia...", pensei.

Vi os três pilares, um preto, outro amarelo e outro azul ou vermelho, não deu para distinguir direito, pois a escuridão não me permitia melhor visualização. Ainda notei que estavam descascados. Em baixo, estava o canteiro, cheio de pequenos ladrilhos azuis. Faltavam muitos. Fruto de nossa "depredação constante". Olhei para os vários círculos que completavam o estilo da casa e recordei as travessuras por detrás dos mesmos. Fazíamos dardos de papel e os lançávamos através de canudos de caules advindo dos pés de mamão. As pessoas que passavam no passeio em frente, geralmente eram as nossas vítimas inocentes.... Uns notavam, outros não...

Vi, ainda, as três cadeiras de metal que circundavam uma mesa redonda, também de ferro.
Olhei para a escadinha que dava para a varandinha e pensei de novo: "Estou com receio de subir ali e ver quem está batendo a máquina...".
A porta de vidro era a entrada da sala. De longe, por trás do vidro embaçado dava para ver um simbilar de preto e branco. Estaria a televisão acesa? Lembrei do Márcio, que como eu, também gostava de assistir televisão até tarde. Mas ele, na certa "estaria na gandáia", pressupus, ao mesmo tempo que ria baixinho, lembrando do meu querido e saudoso irmão.

Bati o olho no portão azul de madeira, logo ao lado da porta principal. A maçaneta era redonda e trancava por dentro. Mas que vontade de ficar corajoso e tentar abrí-la!
"Não. Acho que não devo tentar entrar... Seria invasão de domicilio. Sabe-se lá quem está morando aí? Às vezes, a casa foi de fato reconstruída e nós lá da minha família não ficamos sabendo... Mas.. e como eu vim parar aqui?"

Decidi parar de questionar. Senão pirava de vez. Já estava ficando zonzo com tantas dúvidas...
Teria que tentar outra estratégia para não chamar atenção de quem tivesse lá dentro da casa...
Ia tentar entrar, mas pelos fundos!
A solução seria pular o muro que dava para a copa!
"É isso! Vou dar meia-volta e entrar lá pela casa do vizinho!
O portão da casa ao lado estava aberto, o que facilitou meu trabalho.
Subi as escadas bem devagar, para não fazer barulho. Lembrei da casa da D. Isolina, onde eu furtava saborosos pêssegos e onde também, buscava as bolas que lá caíam após cada partida de "gol-a-gol" que eu, Marcelo e Márcio disputávamos no pátio da nossa casa. Como era o menor, meus irmãos me "ordenavam" a pular do lado do vizinho para pegar o esférico, se fosse necessário!

Ao me aproximar do parapeito, de onde já dava para ver o telhado de amianto da casa, além do corredor e a janela da copa lá embaixo, reparei que a ali dentro a luz também estava acesa!
A televisão, com toda a certeza, estaria ligada! Quem poderia estar assistindo àquela hora da noite?
Nova respirada profunda. Meu coração não parava de bater acelerado. Era muita expectativa para uma pessoa só!
Com dificuldade, levantei minhas pernas para alcançar o muro. Teria que pular para o outro muro, mais baixo, próximo ao corredor da casa e depois ver o que faria...
Foi o que fiz.

Cuidadosamente, inclinei meu corpo e tomei impulso.
Mas, eis que o imprevisto, quase "previsto", aconteceu!
Dei um escorregão, provavelmente por causa do lodo e caí no corredor, ao lado da janela da copa. Felizmente, caí de pé e bati secamente os dois pés no chão. Foi um barulho e tanto!

Susto!
Abri os olhos!
Estava novamente na minha cama!
Em Belo Horizonte!
Na noite do dia 8 de dezembro de 2002!
Fiquei trêmulo...
O que teria acontecido realmente?
Foi tão real! Um sonho e tanto..., mas... cheguei a tocar as paredes! Vi cada detalhe das casas da rua! Senti o cheiro da umidade da noite! Ouvi o barulho da máquina de escrever! Que tipo de sonho gera tantas sensações tão palpáveis, tão concretas assim?

Foi eu cair do muro e agora estava de volta à minha cama! Num outro tempo e num outro espaço!
Virei de canto e passei a rememorar cada partícula de lembrança recentemente vivida!

Mas, eis que o coração novamente disparou!
A mente voltou no tempo e me fez lembrar de algo que me fez esfriar dos pés à cabeça. As pernas se encharcaram de suor. Tirei de cima de mim a manta que me esquentava e passei a rememorar...
Dessa vez, lembrava do que realmente havia acontecido há muitos anos comigo, quando morava em Formiga... Eis a conexão...

Lembrei-me que um dia, em Formiga, resolvi assistir a um filme de terror na televisão. Era sobre uma casa mal assombrada. Como sempre gostei desse tipo de filme, peguei o gravador de rolo "Philips" que tinha, a fim de gravar os sons do filme. Todos já tinham ido para cama. Acho que era uma sexta-feira. O papai estava em seu escritório "despachando processo". Como a máquina dele fazia muito barulho, pedi-lhe para fechar a porta do escritório.
Não fechei a porta da sala que dava para a copa, por motivos óbvios, ou seja, medo mesmo.
Meio tenso, comecei a assistir o filme.

Deixara o gravador ligado, gravando os sons sinistros do filme até hoje sei como foi.
De repente, eu ouvi um som estranho vindo do lado de fora da casa.
Vi um vulto através da janela. Gelei.
Parecia estar em cima do muro e, logo em seguida, o vulto caiu! Sei disso porque ouvi perfeitamente o barulho de dois pés tocando pesadamente o chão do corredor! Bem nítido! Não era impressão, sabia disso! Era ladrão! Só podia ser! Tinha certeza que alguém entrara em casa!
Ia chamar o papai para ver quem era, mas tomei coragem e abri devagarinho a janela da copa que dava para o corredor...

Respirei fundo.
Nada.

Como podia ser? O barulho de pés caindo ao chão era cristalino e inconfundível!
Depois, já menos assustado, abri a porta, mas nada vi...
Esperei o filme terminar. Desliguei o gravador e fui dormir.
Não me lembro se comentei com alguém o incidente. Acho que sim.

Tanto anos passados, eu ouso perguntar: teria sido eu próprio "aquele que caíra"?
Se sim, o que teria acontecido então? O "Eu do futuro" poderia ter encontrado com o "Eu do passado"?

Quanta maluquice! A teoria Einsteiniana jamais foi comprovada!
Mas, por quê este assunto sempre me fascinou tanto?
Teria eu vivenciado esse "momentum" de fato e só agora revivido o mesmo conscientemente?
Fiz uma viagem ao passado remoto de minha existência?

Para finalizar, mais este "mistério marcoreliano" (um autêntico e fantástico "causo formiguense"), me recordo, ainda, de outro detalhe: eu estava gravando naquele momento! E acho que ainda tenho a gravação, apesar de ser em rolo! Não seria o caso de re-ouvir essa antiga fita e tentar detectar o som dos pés tocando o chão?

Mas o que adiantaria isso? Ouviria somente o som, mais nada...
Mas, teria sido o som de alguém do futuro? No caso, EU PRÓPRIO??
Ficam as dúvidas, os mistérios. Insolúveis até o momento... rondando no vácuo do tempo e do espaço!

O fato foi que...
REALMENTE SENTI O QUE SENTI, VI O QUE VI E OUVI O QUE OUVI!
Acredite.. se lhe bem aprouver...