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MISTÉRIOS MARCORELIANOS
Mistérios do Sobrenome Veado

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O POR QUÊ DE UM SOBRENOME TÃO EXÓTICO...


Já faz tempo que nos questionam a todos da família o motivo de mantermos um "sobrenome tão esquisito", cujo significado vulgar suscita em troças de gosto duvidoso e criatividade nula.
Bem, apesar da minha vida ser um autêntico mistério (de quem não é?), vou tentar dirimir mais este.

Antes de responder aos questionamentos alheios sobre um assunto tão banal que, todavia é merecedor de satisfação ao menos instruído, que se acha engraçado quando faz suas eternas e iguais piadinhas sobre o nome, vou falar um pouco do "pai da criança", ou seja, do "cervus elaphus", vulgarmente conhecido como VEADO.

O veado é um animal de grande porte - o maior dos cervídeos da nossa fauna - forte mas ágil e prudente, cujas dimensões são muito variáveis. O comprimento total varia de 1,65 metros até 2,5 metros e o seu peso ronda em torno dos 100 a 200 quilos. Tem dorso proeminente, membros esguios e garrote saliente.

A cor da pelagem é geralmente castanha, levemente avermelhada nos adultos. O macho distingue-se normalmente da fêmea por ser mais corpulento e apresentar durante quase todo o ano uma armação, normalmente vigorosa, composta por duas hastes cilíndricas, mais ou menos ramificadas. Tal como no restante dos cervídeos, essas armações são caracteres sexuais secundários, estando o seu crescimento e queda relacionados com a atividade dos orgãos sexuais.

O "habitat" preferido dos cervos, são os bosques de folha caduca e de coníferas - com zonas abertas - e os matagais. O veado é um animal de pasto, mas recorre igualmente ao arbustivo e arbóreo onde, com a sua grande corpulência, atinge com facilidade a rama de algumas árvores. São da preferência desses animais, saborear as folhas de ulmeiro, freixo, choupo, sobreiro, oliveira, castanheiro, zambujeiro, azinheira e figueira. Os frutos desempenham um papel importante na sua alimentação. Eles têm preferência especial por bolotas (de carvalho, sobreiro, azinheira, carrasco), castanhas, frutos de pilriteiro, azeitonas e figos.

No final do verão e início do outono, começa o cio que se prolonga aproximadamente por um mês e durante o qual os veados se reúnem em agrupamentos mistos, formados por um macho e várias fêmeas

O número de cervas por "harém" (grupo de fêmeas reunidas), varia principalmente com a relação macho/fêmea existente no local e também com a densidade populacional. Cada grupo tanto pode ser constituído por um veado e uma cerva como por um veado e dez a vinte cervas. Para constituição desses haréns, o macho delimita previamente a área em que se estabelecerá com as fêmeas, impregnando com o seu cheiro árvores e arbustos onde se esfrega.

É muito comum nessa época, os combates entre machos, podendo atingir grande violência e provocando por vezes - embora raramente - a morte de um ou dos dois contendores. O grito de desafio que o macho lança aos seus rivais nessa época do cio, chama-se brama e é um ronco seco, profundo, que faz lembrar o berrar de um touro. Este começa à tardinha e pode se prolongar até às primeiras horas da manhã.

Nos meses posteriores do ano, os machos adultos e as fêmeas separam-se, formando grupos distintos, enquanto que os jovens até um ano de idade permanecem geralmente no agrupamento das fêmeas.

Ressalte-se que os veados são uma das poucas espécies de comportamento homófobo, isto é, rechaçam a presença de outro macho. Em outras palavras, esses imponentes animais não praticam, o homossexualismo, ação corriqueira na maioria dos animais de um mesmo sexo (seja ele humano, ou não). Isto diminui e muito a eficiência do jocoso apelido dado àqueles que apreciam elementos da mesma "semente"...

Assim, muito se fala, muito se comenta, muito se critica e combate (principalmente por parte de uma ala revoltada da própria família que pensa que "o nome faz o homem"...) a adoção do nome "Veado" para ser um sobrenome, ou seja, o nome de uma família.

O fato é que tais chacotas contra o sobrenome VEADO caíram em desuso pleno. Já não são tão engraçadas supõem seus pseudos autores. Mas, não tem problema, existem ainda tantos lugares que o adotam que não custa lembrar. Quem não conhece a famosa Chapada dos Veadeiros e a não menos famosa "Botica do Veado D'Ouro"? Vale recordar também que uma cidade capixaba chamava-se "Veado". É a hoje re-denominada Guaçuí. Tudo indica que os homossexuais lá eram muitos. Aí pegava mal manter o nome original...

Enfim, os "gozadores" fazem ouvidos moucos pois deviam ter coerência e também "aliar" outros sobrenomes com seus significados paralelos. Por quê não implicar, por exemplo com quem tem sobrenome "Pinto", "Brochado", "Barata", "Bezerra", "Cavalo", dentre tantos outros que têm significado paralelo?

No mais, esta minha "explicação" não é uma necessidade de "dar satisfação", mas uma simples justificativa que nome ou sobrenome nada quer dizer. Cada um tem uma personalidade única, diferente de seu nome. Já viram quantos "Jesus" estão na cadeia? Quantas "Marias" são criminosas? Na nossa família, por exemplo, predominam os machos (pelo menos é o que suponho até agora...), mas já ouvi falar que na família "Homem" tem uma bicharada danada...
Brincadeira...

Já foi-se o tempo em que, na minha infância, quando um colega me chamava pejorativamente de "viado", eu ficava danado e partia para a briga. Quantos castigos levei (em casa e no colégio) e quantos uniformes foram rasgados por causa das brigas com os colegas para provar que eu era homem? Bem, coisas de menino. Um segredinho: tem gente da família que se importa com as gozeirinhas alheias! Reparem, por exemplo, os "e-mails" de alguns familiares. Os que não têm o sobrenome bem visto, pode saber que está se importando... Desconfiem dele...

Bem, sei que meu perdi meu tempo fazendo esta "Ode ao Veado", mas não me custou muita energia a explanação e a aula de zoologia.
Contudo e, aproveitando o gancho, eis como surgiu o apelido "Veado" para os bichas e como surgiu o nome em nossa família.

Dizem que antigamente no Rio de Janeiro, a polícia dava batidas nos antros povoados pelos bichas, então taxados de "café-com-leite" na Cinelândia. O pânico das "bonecas" era tal, que começavam a correr em disparada. Depois, os observadores notaram que chamar-lhes de "café-com-leite" já estava ficando em desuso. Como corriam desvairadamente, pareciam gazelas desorientadas. E gazela é veado. Assim, pressupõe-se que ali tenha "nascido" o apelido dado às "bichinhas da Cinelândia" que depois pegou em todo o Brasil.

Hoje a gama de apelidos aos "queimadores-de-rosca" (com todo o respeito...) são muitos e não fica bem enumerá-los aqui, pois afrontaria o bom nível desta página que só trata de assuntos ditos misteriosos, portanto, pressupostamente de caráter sério.

O nome original de nossa família era "Gomes". Havia um antepassado que era farmacêutico. Morava na região mineira de Congonhas do Campo. Ele atendia seus clientes a pé, ou melhor, corria até suas vilas ao invés de ir a cavalo, ou outro meio. Como a região era infestada de veados e naquele tempo tinha-se a mania de dar apelidos, o dito passou a ser conhecido como "seu veado", o farmacêutico.

E o nome pegou... "ad-aeternum"...

PS- É bom lembrar que existe na família uma reunião que se chama "CERVOS, CERVAS & CIA" (o termo "cervas" tem duplo sentido: as mulheres - claro - e as cervejas...).

E VIVA NÓS!

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